Apresentação
Sou Sarah, psicóloga clínica com atuação pela abordagem psicanalítica. Meu trabalho é pautado na escuta, no acolhimento e no respeito à singularidade de cada pessoa, considerando sua história, seus afetos e as questões que atravessam sua vida.
Acredito no espaço terapêutico como um lugar de diálogo e reflexão, no qual podemos construir, juntos, novas possibilidades de compreender aquilo que causa sofrimento e angustia. Cada processo é único, e minha atuação se pauta em oferecer uma escuta ética, cuidadosa e sem julgamentos.
Com quem costumo trabalhar
Durante minha graduação, participei de projetos voltados para rodas de conversa com mulheres e mães atípicas e realizei estágio na Associação Fluminense de Reabilitação (AFR), no setor de Neurologia Infantil.
Pós-graduada pela Faculdade Maria Thereza em Saúde Mental, Atenção Psicossocial e Redes de Cuidado. Ao longo da minha trajetória profissional, também construí dois anos de experiência como acompanhante terapêutica, atuação que ampliou meu olhar para as singularidades de cada sujeito, suas relações e os diferentes contextos que atravessam sua experiência.
Como eu trabalho
Meu trabalho é pautado na abordagem psicanalítica, tendo como base a escuta, a fala e a construção do vínculo entre terapeuta e paciente. O espaço terapêutico é pensado para que você possa falar sobre aquilo que desejar, no seu próprio ritmo e a partir das questões que fizerem sentido naquele momento.
Na psicanálise, a fala ocupa um lugar importante no processo. Você é o protagonista da sua história, mas não estará falando sozinho: a proposta é construirmos, a partir do diálogo, um espaço de troca e reflexão sobre aquilo que você traz para a sessão.
Não existe uma pauta fixa para os encontros. A cada sessão, você pode escolher o que deseja abordar, e, a partir dessa fala, vamos construindo possibilidades de compreensão e elaboração. Na semana seguinte, você pode retomar o mesmo assunto ou trazer qualquer outra questão que esteja presente naquele momento.
A entrevista editorial deste perfil ainda não foi respondida
As sete perguntas da revista, trajetória, escolha da profissão, como é a primeira
sessão, o que gostaria que alguém soubesse antes de começar terapia, são respondidas
pelo próprio profissional. Este perfil ainda não respondeu.