Olá! Sou Poliana, psicóloga clínica com abordagem em Terapia Cognitivo Comportamental (TCC) e atualmente Coordenadora ABA na Clínica Espaço Terapêutico Cinthia França.
Minha trajetória é guiada por valores como empatia, acolhimento, escuta ativa, humanidade, humildade, ética e autenticidade — acredito que a transformação nasce quando somos realmente escutados e acolhidos em nossa totalidade.
Escolhi (ou melhor, fui escolhida pela) Psicologia por acreditar profundamente no seu poder de transformar vidas e histórias. Venho de uma família simples, onde falar sobre saúde mental era algo distante. Meu primeiro contato com a psicologia foi como paciente, e a partir daí percebi o quanto esse cuidado pode mudar a forma como enxergamos o mundo e a nós mesmos.
Desde então, trilhei uma jornada de dedicação e propósito — entre estágios, trabalhos voluntários e experiências clínicas — que me conduziram ao que sou hoje: uma profissional comprometida em oferecer escuta, ciência e sensibilidade em cada atendimento.
Atuo com crianças, adolescentes, adultos e idosos, com foco em autismo (TEA), TDAH, altas habilidades e outras questões do neurodesenvolvimento, além de demandas emocionais e comportamentais diversas.
Minha prática é pautada na TCC, uma abordagem científica e prática que auxilia na reestruturação de pensamentos e comportamentos disfuncionais, promovendo autoconhecimento, equilíbrio emocional e qualidade de vida.
Também utilizo os princípios da Análise do Comportamento Aplicada (ABA), especialmente com crianças e adolescentes neuro divergentes, favorecendo o desenvolvimento de habilidades adaptativas, comunicação funcional e regulação emocional.
Acredito que saúde mental é uma causa social, pois vivemos em uma cultura historicamente marcada por sofrimento e exigências. Cuidar da mente é romper com padrões antigos e abrir espaço para o novo — para o sentir, o ser e o viver com mais consciência.
Em cada sessão, meu objetivo é criar um espaço seguro, humano e transformador. Não vejo meus pacientes apenas como casos, mas como pessoas inteiras, que merecem ser ouvidas com empatia e sem julgamentos.
E acima de tudo, quero ser vista como uma profissional humana — alguém que, mesmo com técnica e ciência, também sente, erra e aprende. Acredito que é nessa troca verdadeira que a terapia acontece de fato.